Archive

f* for food





source | all images via facebook

O Ben e o Andy do Masterchef Australia andam por cá! Lembram-se deles aqui?
Ben and Andy from Masterchef Australia are around Lisbon! Do you remember them here?

Advertisements





sources | 1: estouestblog.com  . 3: canada.com . 2 e 4: clavelscook.com

Quando estava prestes a declarar que a minha paciência estava a acabar, no que a programas culinários dizia respeito, conheci a Rachel Khoo. E que lufada de ar fresco que foi!
Se gostam de ver miúdas giras na cozinha (sim, esta é sobretudo para os homens que possam estar a ler isto), se acham que a gulosa da Nigella, que esconde sempre uma bateria de doces na despensa, é uma cozinheira sensual, se acham que a Sophie Dahl é a sex-bomb da cozinha (ok, e acho que continuará a ser… afinal a miúda é ex-modelo), se porventura acham piada ao estilo pin-up da portuguesa Filipa Gomes, esqueçam isso tudo e vão conhecer a Rachel Khoo. Não vou dizer que é mais sexy que a Sophie Dahl (não é… mas há limites para quanta chuva e lareira aguentamos ver naquele refúgio inglês da bela Sophie), mas a Rachel é uma lufada de ar fresco na cozinha, em versão mignon, espevitada e super-dinâmica.

Então quem é ela, perguntar-se-ão?

A Rachel nasceu em Londres, filha de pai Malaio-chinês e mãe Austríaca. Estudou Arte e Design, trabalhou em moda como RP e, descontente, decidiu mudar-se para Paris e estudar pastelaria na Cordon Bleu, enquanto trabalhava como babysitter para pagar as contas numa Paris pouco amistosa, e muito cara. Foi num desses típicos apartamentos parisienses, onde cada m2 estica como em nenhuma outra cidade europeia, que a Rachel, depois de testar os seus dotes culinários no La Cocotte, resolveu criar o seu pop-up restaurant. Segundo as palavras dela, ter-lhe-ão dito que é mais difícil conseguir reserva para o seu restaurante que para o El Bulli. Pudera… a capacidade é de apenas 2 clientes por noite!
Daqui nasceram um livro e um programa, ambos com o nome “The little Paris Kitchen”, e é esse que podem ver agora no 24 Kitchen (3ªs às 20h e repetições semana fora):

“Rachel Khoo leva-nos numa “viagem” culinária que passa pela sua pequenina e caricata cozinha em Paris até aos mais aconchegantes e saborosos restaurantes da capital francesa.
Ela guia-nos através do colorido e urbano melting-pot dos locais, vietnamitas passando pelos mercados de rua africanos e conhecendo os mais fantásticos e conhecedores cozinheiros parisienses.” in 24 Kitchen

É jovem, divertida, bonita, descomplicada (afinal, não é possível complicar muito numa cozinha cujo forno não dá para nada maior que um franguinho da guia) e uma lufada de ar fresco no trend de cooking shows. E teve o condão de me fazer acreditar que, afinal, a minha cozinha não é assim tão pequena… talvez tenha é que investir brutalmente em ganchos e cabides para pendurar acessórios culinários.

PS: Podem ver algumas das receitas da Rachel aqui, encomendar o livro aqui e acompanhar o trabalho dela aqui.

When I was about to declare that my patience was running out, when it concerns cooking TV shows, I met Rachel Khoo. And what breath of fresh air she was!
If you like seeing cute girls in the kitchen (yes, this is especially for men who may be reading this), if you think that sweet tooth Nigella, who always hides an absurd amount of candy in the pantry, is a sensual cook, if you think that Sophie Dahl is the ultima kitchen sex-bomb (ok, and I think she will continue to be … after all, the girl’s an ex-model), if perhaps you are fond of the pin-up style of the Portuguese Filipa Gomes, forget it all and go meet Rachel Khoo. I won’t say she’s sexier than Sophie Dahl (no… but there are limits to how much rain and fireplace you want to watch in the beautiful Sophie’s English getaway), but Rachel is a breath of fresh air in the kitchen, in a mignon version, perky and super-dynamic.

So who is she, you wonder?

Rachel was born in London, daughter of Malaysian-Chinese father and Austrian mother. She studied Art and Design, worked in fashion as RP and unhappy, she decided to move to Paris and study Pastry at Cordon Bleu while working as a babysitter to pay bills in an unfriendly, and very expensive, Paris. It was in one of those typical Parisian apartments, where each m2 stretches like in no other European city, that Rachel, after testing their culinary skills at La Cocotte, decided to create her pop-up restaurant. According to her, she had been told that it was more difficult book a reservation for her restaurant than to El Bulli. No wonder… the capacity was only 2 guests per night!
This has led to a book and a tv show, both with the name “The Little Paris Kitchen”:

“Rachel Khoo takes us on a food “journey” that goes from her little kitchen in Paris to the most welcoming and tasty restaurants of the French capital.
She guides us through the colorful and urban melting-pot of local, Vietnamese, passing by African street markets and meeting the most fantastic Parisian cooks and connoisseurs.” in 24 Kitchen

She’s young, fun, beautiful, uncomplicated (after all, you can not complicate in a kitchen where the oven does not fit anything bigger than a small chicken) and a breath of fresh air in the trend of cooking shows. And she had the power to make me believe that, after all, my kitchen is not that small … maybe I just have invest in an absurd amount of hooks and hangers to hang culinary accessories.

PS: You can see some of the recipes from Rachel here, order the book here and follow her work here.

Royale1
source | mine

Quando o Royale abriu portas no Chiado, em 2005, foi um dos pioneiros do trend de restaurantes de inspiração nórdica e cozinha mediterrânica que, mais tarde, veríamos multiplicar-se por essa Lisboa fora.

Conheço a Ana Faro, a responsável pelo Royale, há uns anos e posso dizer que a Ana fez aqui a aposta certa, conseguindo criar, e manter, um restaurante eclético tanto na carta que apresenta como no ambiente.

Aqui, vi aparecer as tostadas, numa época em que sandes abertas eram coisa de dinamarquês e ainda um território por explorar em terras lusitanas.
Vi saladas atrevidas, com o chocolate a assumir lugar de tempero.
Vi sabores tão portugueses, como o queijo da ilha e os coentros, servidos numa bolsinha de pão oriental, a pita, que até então só víamos com doner kebabs.
Aprendi que, antes de um criativo mas tradicional bacalhau espiritual servido em trouxa de filo, podemos e devemos partilhar sabores do outro mundo: Tapa Ibérica, Baba Ghanoush, Tzatziki Grego ou o Hummus do Médio Oriente, para o qual nunca há pita que chegue de tão delicioso que é.
Vi aparecer aqui um hambúrguer delicioso, num tempo que ainda não era de hambúrgueres.
Foi aqui que percebi que, às vezes, um batido pode ser comido à colher. E no caso do Batido Royale, deliciosamente encorpado, com leite condensado e bolacha, recorram ou não à colher, mas não deixem de o provar. Vão querê-lo todos os dias para o pequeno almoço!
E vi muito mais! Uma parede verde na altura em que ainda eram uma raridade e não eram sinónimo de solução modular composta de vasinhos de plástico empilháveis, daqueles que se vendem nas mecas da bricolage. Vi papel de parede ser usado sem medo, juntamente com estuques trabalhados e cadeiras escandinavas e, talvez pela primeira vez em anos, as loiças do Bordalo ganharem destaque à mesa… muito antes de tudo isto se ter replicado vezes sem fim nessa Lisboa que adora celebrar o Vintage.

Em tudo isto, o Royale foi, para mim, pioneiro. E hoje, practicamente passados 10 anos, ali continua no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, com a mesma força que tinha no primeiro dia e, por isso, é importante voltar sempre. Continua a ser o sítio certo para uma mesa de amigos partilhar uma refeição pois, sejam quais forem os seus caprichos gastronómicos, porque, no Royale, entre pratos do outro mundo, saladas originais, tostadas criativas ou um simples bife da vazia grelhado, todos vão encontrar algo perfeito (e delicioso) para celebrar uma noite de amizade.

PS: Mais sobre o Royale Café aqui e aqui.

When Royale opened its doors in Chiado, in 2005, it was one of the pioneers to the trend of restaurants with Nordic inspiration and Mediterranean cuisine that, later on, we would see multiplied around Lisbon.

I’ve known Ana Faro, the responsible for Royale, for a few years and I can say that Ana made ​​the right bet here, managing to create and maintain an eclectic restaurant both in its menu and in its atmosphere.

Here, I saw “Tostadas”, at a time when open sandwiches were a thing for the Danish and still an unexplored territory in Lusitanian lands.
I saw cheeky salads, with chocolate in the place of seasoning.
I saw Portuguese flavors such as “queijo da ilha” and coriander, served in a little bag of eastern bread , the pita, which, until then, I was used to see along with doner kebabs.
I learned that, before a creative yet traditional “Bacalhau Espiritua” (cod) served in filo pastry, we can and should share the flavors of the world: Iberian Tapa, Baba Ghanoush, Greek Tzatziki or Hummus from the Middle East, for which there is never enough pita because it is so delicious.
I saw a delicious burger, at a time that still was not the one of gourmet burgers.
It was here that I realized that, sometimes, a smoothie can be eaten with a spoon. And in the case of “Batido Royale”, deliciously embodied with condensed milk and cookies, using a spoon or not, but you have to taste it. You’ll want it every day for breakfast!
And I saw much more! A green wall when they were still a rarity and were not synonymous of a modular solution comprised of stackable plastic vases, those sold the meccas of the DIY. I saw wallpaper being used without fear, and combined with stucco and Scandinavian chairs and, perhaps for the first time in years, the Bordallo Pinheiro tableware regained its place at the table … long before all of this was replicated again and again around this Lisbon who loves to celebrate Vintage.

For all this, Royale was, for me, a pioneer. And today, practically 10 years have past, aand there it remains in Largo Rafael Bordallo Pinheiro, with the same strenght it had on the first day, and so it is important returning there. It continues to be the right place for a table of friends to share a meal because, whatever their culinary whims might be, at Royale, among dishes from around the, original salads, creative tostadas or a simple grilled steak, everyone will find something perfect (and delicious) to celebrate a night of friendship.

PS: More on Royale Café here and here.

Tenho estado ausente.
A razão foi boa: férias repartidas entre 3 partes do país mas sempre na praia… tal como eu gosto.
Mas, agora que estou de volta, há algumas coisas que queria comentar/ chamar a atenção/ mostrar:
I’ve been absent.
There was a good reason for it: holidays spread through diferent parts of the country but always on the beach… as I like.
But now that I’m back and there are a few things I wanted to comment/ call for your attention/ show:

1: Já ouviram o novo albúm da Lana? eu já o tenho em repeat no Spotify.
1: Have you heard of the new album from Lana? I have it on repeat on Spotify.

2: A minha Kinfolk chegou hoje. O tema é água salgada e estou ansiosa por devorá-la! “No summer would be complete without salt (…)”, começa assim, e eu só quero continuar a pensar em água salgada, tardes ao sol e noites de verão… e nas palavras da Kelly: “to make an event out of everyday moments”… e a Kinfolk parece-me o cartão de embarque perfeito para esta viagem pela vida normal.
2: My Kinfolk arrived today. The theme is saltwater and I am eager to devour it! “No summer would be complete without salt (…)”, it begins, and I just want to continue to think of saltwater, afternoons in the sun and summer nights… and in Kelly’s words: “to make an event out of everyday moments “… and Kinfolk seems to me the perfect boarding pass for that journey through the everyday life.

source | thespringshop.com.au

3: E já viram que a Monocle colocou Lisboa em 22º lugar no ranking das melhores cidades para viver? Ora, quando “nº. de horas de sol” é um dos parâmetros de avaliação, é natural que fiquemos bem posicionados. Mas, no Verão, não tenho dúvidas: tudo aquilo que não entra em € no nosso ordenado recebemos em horas de sol, beleza natural e praias maravilhosas…de Norte a Sul. Concordemos em chamar-lhe o Subsídio Sol-Praia-Vida Simples.
3: And have you seen that Monocle put Lisbon on 22nd place in the ranking of the best cities to live in? When “total number of Hours of sunshine” is one of the evaluation parameters, it is only natural to us to be well positioned. But in the summer, I have no doubt: everything that does not enter into our paycheck in € we receive it in hours of sunshine, natural beauty and wonderful beaches… from north to south. Let’s agree to call it the Sun-Beach-Simple Life supplement.

4: E conhecem este blog?
É maravilhoso, português e encarna totalmente o espírito Kinfolk, “Upgrading the everyday” da Kelly, e celebra o tal Subsídio Sol-Praia-Vida Simples.
4: And do you know this blog? I is wonderful, portuguese, and it totally embodies the Kinfolk spirit, Kelly’s “Upgrading the everyday” and celebrates the Sun-Beach-Simple Life supplement.

source | littleupsidedowncake.com

5: E sabiam que Berlim prepara-se para ter o 1º supermercado 100% livre de embalagens? O Original Unverpackt tem por objectivo combater o lixo de embalagens que, na sua grande maioria, acabam por não ser recicladas.
Fora a preocupação ambiental, não é simplesmente óptimo podermos comprar tudo o que quisermos sem estar pré-embalado, e na quantidade que realmente nos faz falta?
5: And did you knew that Berlin is shaping up to have the 1st supermarket 100% free of packaging? The Original Unverpackt aims to combat the waste of packages, as the vast majority ends up not being recycled.
Further on the environmental concerns, it is simply terrific if we can buy whatever we want without being pre-packed, and the amount that actually makes sense to us.


source | vimeo.com

6: E pós-Rock in Rio, conhecem este vídeo do JT? Fartei-me de rir!
6: And after Rock in rio, do you know this sketch from JT? I laughed out loud!

7: E em season de casamentos, recomendo este post da Man Repeller: Weddiquette.
7: And in Wedding season, I recomend this post from Man Repeller: Weddiquette.

8: E, sem nada a ver, o que dizer da Kendall Jenner? A miúda tá a conquistar um espacinho só para ela e, desde os desfiles às revistas, às passadeiras vermelhas, parece ser impossível não reparar nela.
8: And changing subjects, what to say of Kendall Jenner? The girl really is gaining herself her own little space, and from the runway to magazines, to red carpets, it seems impossible not to notice her.


source | whowhatwear.com

9: E sabiam que o negócio dos blogs de moda chega a facturar milhões?
9: And did you knew that Fashion Bloggers are making millions?

10: E, um bocado atrasado mas coerente com a minha descoberta de férias de que um “bebé nos braços = íman para o sexo oposto + desbloqueador de conversa” (definitivamente tenho que falar sobre isto em post próprio), aqui fica a figura paternal com bebé nos braços mais atraente com que me cruzei nos últimos tempos (erghhh, desde sempre talvez).
10: And late, but a bit consistent with my recent vacation discovery about a “babe in arms = magnet for the opposite sex + conversation unlocker” (definitely need to talk about it in its own post), here is the most attractive father figure plus baby in arms I came across recently (erghhh, perhaps forever).


source | celebritybabyscoop.com

11: E só para terminar, e porque, de alguma forma, está dentro do espírito dos pontos 1 a 4, o lookbook “Play” da Zara. Eu saltava agora mesmo para dentro destas imagens.
11: And just to finish, and because, somehow, it is in the spirit of points 1-4, the lookbook “Play” from Zara. I would jump into these images right now.


source | zara.com

Até já!
See you in a bit!

moules
source | mine

Apreciadora de marisco, quando ouvi falar de um espaço dedicado ao mexilhão servido com diversos molhos e acompanhado, à belga, com batata frita, não pensei duas vezes!
E na primeira oportunidade que surgiu, lá fui procurar este pequeno espaço bem escondido numa rua de Cascais: o Moules & Gin.
O mexilhão foi aquilo que eu esperava, ou seja, um prato bem servido, com uma boa quantidade de molho, pãozinho estaladiço a acompanhar e tudo rematado por umas batatas fritas em palitos também elas bem crocantes.
Por isso, quando a mesma equipa abriu o Moules & Beer em Campo de Ourique, da minha parte, não podia ter ficado mais satisfeita. A mesma oferta, a mesma qualidade, mas em Lisboa!
A ementa é idêntica, mas a carta de Gins dá lugar a uma carta de cervejas de proveniências diversas.
O mexilhão é bem acompanhado por molhos que não estamos habituados a ver emparelhados com o bivalve em terras lusitanas…
O singelo bivalve pode ser enriquecido com o tradicional molho belga Meuniére, com um muito português Bulhão Pato, ou então o Mediterrânico, uma espécie de primo do molho à espanhola que sempre foi o meu preferido para degustar o mexilhão.
A ementa continua, com incursões pelos sabores desse mundo fora: Moules Chilli (Molho picante de tomate e malagueta), Moules Fraiche (Molho créme fraiche e lima), Moules Thai (Molho aromatizado com gengibre e lemon grass), Moules Pesto (Molho de manjericão, pinhões e queijo parmesão), Moules Curry (Molho de Caril e Manga) ou Moules ao Natural, para palatos de gostos simples.
O Moules & Beer trouxe também algumas novidades em relação ao irmão mais velho de Cascais, nomeadamente, um prato variável de Moules todas as semanas.
Existe ainda uma tábua de Naco de lombo fatiado acompanhado de batatas fritas e molhos e a opção de Moules com Pasta. Como entrada, é ainda possível optar entre de Tártaro de Atum, de Salmão ou Moules Panados. Para terminar, algumas sobremesas… Para mim: limão.
Tudo isto num espaço bem iluminado, agradável e descontraído.
O preço? Para os pratos de Moules muito adequado, mas contem gastar bem mais com as bebidas e sobremesas. Da minha parte apenas dois reparos: pena apenas estarmos obrigados aos dois turnos de refeição que já parecem ter-se tornado obrigatórios por Lisboa e pena já não sermos presenteados em Lisboa com as toalhitas-pastilha que me trouxeram no final da refeição que fiz em Cascais.

Being a seafood enthusiast, when I heard about a space dedicated to mussels served with various sauces and accompanied, as the Belgian do, with fries, I didn’t think twice!
And when the first opportunity came, there I was, looking for this well hidden little space in Cascais: Moules & Gin.
The mussel was what I expected , ie, a dish well served with a good amount of sauce, crusty bread on the side and all finished with some crispy frenche fries.
So when the same team opened Moules & Beer in Campo de Ourique, I could not have been more happy. The same offer, the same quality, but in Lisbon!
The menu is identical, but here Gins give their place to a menu of beers with diverse origins.
The mussel is well accompanied by sauces that we are not accustomed to see served with bivalves in Lusitanian lands…
The simple bivalve can be enriched with the traditional Belgian meuniere sauce, with a very Portuguese “Bulhão Pato”, or the Mediterranean, a sort of cousin of the Spanish sauce that was always my favorite to taste with the mussels.
The menu continues with raids through flavors around the world: Moules Chilli (spicy tomato and chilli sauce), Moules Fraiche (créme fraiche and lime sauce), Thai Moules (sauce flavored with ginger and lemon grass), Moules Pesto (Sauce with basil, pine nuts and parmesan cheese), Moules Curry (Curry Sauce and Mango) or the Natural Moules, for those who prefer simple tastes .
Moules & Beer also brought some novelties compared to the older brother of Cascais, including a variable plate of Moules every week.
There is also a board with sliced ​​sirloin, accompanied by sauce and fries, and a choice of Pasta with Moules. As Entrée, you can also choose between tuna tartare, salmon tartare or breaded fried Moules. Finally, some desserts… For me, lemon.
All this in a well lit, nice and relaxed space.
The price? Very adequate for the Moules, but counton spending much more with drinks and desserts. Only two repairs: I am sorry we are obliged to choose between the two rounds of meals that seem have become mandatory in Lisbon restaurants. Also it’s a pity that they no longer present us in Lisbon with the extra special wipes that they brought me at the end of the meal I made in Cascais.