Fashionary “I” | It-Girl

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source | notegraphy.com

1: A “It-Girl” é a rapariga que todas querem ser.
2: Uma It-Girl é alguém que dita tendências (em moda, estilo de vida, etc) e é uma mulher ou rapariga com uma elevada auto-confiança e auto-estima que dá o exemplo de como ter/ fazer tudo, e ter bom aspecto enquanto o faz. Ela sabe exactamente quem é e o que quer. Ela é um ícone.
1: The “It Girl” is the girl that every girls wishes to be.
2: An It Girl is a trend-setter (in fashion, lifestyle, etc.), a woman or girl with high self-confidence and self-worth that sets the example of how to have it all, and look good while doing it. She knows exactly who she is and what she wants. She is iconic.

aqui falei de uma It-girl, a Chiara Ferragni, a blogger italiana que está por detrás do The Blonde Salad.
Há algum tempo atrás vi o documentário francês Profession: It-girl, que retrata sobretudo o lado mais negro das It-Girls. Palavras como superficialidade ou escândalo são ali repetidamente usadas para caracterizar o universo das It-girls, com as imagens de Cory Kennedy a pouco ajudarem a dignificar o fenómeno.”Their greatest talent is getting seen”. Dito assim, este fenómeno parece ser profundamente sem interesse.

O que não sabia é que a expressão It-girl remonta ao século XIX, quando Kipling escreve no conto Mrs. Bathhurt: “Não é a beleza, por assim dizer, nem uma boa conversa, necessariamente. É só ‘it’.” Mais tarde, nos anos 20, o conceito resurge no romance “It” de Elinor Glyn, o qual viria a dar origem ao filme “It” de 1927.

I’ve already talked here about an It-girl,  Chiara Ferragni , the Italian blogger who ‘s behind The Blonde Salad.
Sometime ago I saw the French documentary Profession : It- girl, which mainly portraits the darker side of It- Girls. Words like superficiality or scandal are repeatedly used to characterize the universe of the it-girls, with images of Cory Kennedy bringinglittle help to dignify the phenomenon. ” Their greatest talent is getting seen .” Having said so, this phenomenon seems to be deeply uninteresting.
What I did not know was that the expression It- girl went back to the nineteenth century, when Kipling wrote in his short story Mrs. Bathhurt: “It isn’t beauty, so to speak, nor good talk necessarily—it’s just It”. Later , in the 20s , it reappeared  in the novel ” It” by Elinor Glyn , which would originate the movie “it” in 1927.


O filme retrata uma vendedora que se apaixona pelo patrão e cujo poder “It” lhe permite conquistar o seu amor. Segundo o culturecompass, Glyn descreve “It” como um charme sem nome, uma magnetismo fortíssimo associado a uma auto-confiança e uma certa dose de indiferença.
Assim descrita, a qualidade do “It” parece ser absolutamente positiva. Mas quando perde o seu carácter inato e surge como algo fabricado pela indústria ganha superficialidade e perde interesse. O excesso dos media, as fotos modificadas, as roupas gratuitas ou emprestadas para os eventos, o trabalho de produção de moda que está por trás da aparição destas it-girls desviou o conceito do seu significado original e daquilo que tinha de mais apelativo…

Ainda assim, as It-girls continuam a servir-nos como importantes ícones de moda e é apenas isso que devemos procurar nelas. A transcendentalidade do “it” original…essa é só para algumas…

The film portrays a salesgirl who falls for the boss and whose ” It” power allows her to win his love . According to culturecompass, Glyn describes ” It” as a charmless name, a very strong magnetism associated with a self -confidence and a certain amount of indifference.
Thus described, the quality of the” It” seems to be absolutely positive. But when “It” loses it’s innate character and emerges as something manufactured by industry, it gains superficiality and loses interest. Excess media, modified photos , free or borrowed clothes for events ,the fashion production that is behind the appearance of these it-girls shifted the concept from its original meaning and what was most appealingabout it …

Still, It-girls continue to serve us as important fashion icons and that is what we must demand of them. The transcendentalism of the original “it”… thats is only for some special girls…

A minha It-girl de eleição? A Jane Birkin! E a vossa?
My favorite It-girl? Jane Birkin! What about yours?




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